- A aplicação do Código de Defesa do Consumidor aos bens e serviços e suas hipóteses de exclusão
- O conceito de fornecedor na formação da relação de consumo
- O conceito de consumidor segundo o Código de Defesa do Consumidor
- A aplicação da teoria objetiva
- A aplicação da teoria subjetiva
- Qual o posicionamento dos nossos tribunais na definição de quem é consumidor?
- Que teoria nossos tribunais seguem: a subjetiva ou objetiva?
- Como solucionar o problema para saber quem é o consumidor
- o que é o dano moral?
- as diferenças entre danos morais e danos materiais
- as diversas figuras que levam ao dano moral ( gênero e “espécies” )
. dano a imagem;
. dano a honra;
. dano afetivo;
. assédio moral;
. assédio sexual;
. a perda de uma chance;
. dano estético;
. a perda de benefícios.
- a necessidade de um ato ilícito
- a falta de uma enumeração legal de quais atos e fatos são ilícitos como forma de insegurança jurídica
- o nexo de causalidade como condição para reparação
- hipóteses de inexistência de nexo de causalidade como excludente da obrigação de indenizar ( exs. na indústria do tabaco, farmacêutica e bebidas alcóolicas )
- o mero desconforto gera danos morais?
- o caso fortuito e força maior com excludentes da obrigação de reparação
. agressão?
. explosão de garrafa no supermercado?
. escorregão no estabelecimento?
- da possibilidade de cumular dano material e dano moral, bem como dano estético e dano moral
- a culpa
- a ausência de culpa como forma de ampliar as possibilidades de indenizações por danos morais
- ausência de diferença entre responsabilidade contratual e extracontratual
- a obrigação autônoma de reparação dos danos morais
- a necessidade ou de comunicar o fornecedor do problema
- casos de estresse geram danos morais?
- a necessidade de provar os fatos
- há necessidade de provar o dano?
- o ônus da prova e sua inversão
- quem é obrigado a pagar a indenização?
- existe co-responsável?
- há possibilidade ou não de ação regressiva?
- as diferenças entre prova do fato e prova do dano
- quais os critérios utilizados por nossos tribunais na avaliação do dano moral
- como aumentar o valor da indenização por danos morais
- como diminuir o valor da indenização por danos morais
- a possibilidade de revisão dos valores
- quais os atos ilícitos mais avaliados?
- como são avaliados os danos morais na esfera cível e na esfera trabalhista
- existe a possibilidade de ser pago o dano moral de outra forma que não seja dinheiro? O valor pode ser pago de forma parcelada ou à vista?
- como avaliar o dano moral de forma com maior precisão ( será apresentada uma visão real e inédita com base nos julgados de nossos tribunais )
- estudos científicos revelam de que forma avaliar o dano moral
- como são corrigidos os valores da indenização
- a aplicação dos danos morais nos juizados especiais
- as demandas coletivas de indenização por danos ambientais, trabalhistas e de consumo
- comentário sobre projetos de lei abordando o dano moral
- dano reflexo
- a vítima, parentes e amigos?
- noiva, mulher, filhos, concubina, amante?
- a pessoa jurídica como beneficiária dos danos morais
- a patrimonialização dos danos morais
- cuidados na transação para evitar prejuízos maiores